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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Gravuras do pintor Argentino Florêncio Molina Campos (1891-1959)

Floréncio Molina Campos pintou a partir de 1930 para os calendários da Fábrica Argentina de Alpargatas.

Molina Campos retratou em suas obras os costumes do homem do campo, com um toque caricaturesco, mas não isento de ternura e realismo. O êxito que alcançou fez com que a cultura gaúcha se difundisse por todos os rincões do planeta e tornou Molina Campos reconhecido internacionalmente.

Hoje em dia, são bastante raras e muito procuradas. 















Dimensões/Dimensions: 330 x 220 mm
Idade/Age: 1930

Capa: Mole - Bom Estado  ( algumas com pequnos cortes nas extremidades, uma com mancha.
Preço/Price:Sob consulta ...

Documentos do Bombeiro MANUEL MAIA


Pasta com vários documentos 
em Veludo azul escuro com Símbolos e Letras em Bronze.









terça-feira, 29 de julho de 2014

O SÉCULO - Numero extraordinário comemorativo do duplo centenário da fundação e restauração de Portugal

A Exposição do Mundo Português (23 de Junho — 2 de Dezembro de 1940) foi um evento realizado em Lisboa à época do Estado Novo. Com o propósito de comemorar simultaneamente as datas da Fundação do Estado Português (1140) e da Restauração da Independência(1640), constituiu-se na maior de seu género realizada no país até à Expo 98. A exposição foi inaugurada em 23 de Junho de 1940 pelo Chefe de Estado, Marechal Carmona, acompanhado pelo Presidente do Conselho,Oliveira Salazar e pelo Ministro das Obras Públicas, Duarte Pacheco. Os responsáveis pelo evento foram Augusto de Castro (Comissário-Geral), Sá e Melo (Comissário-Geral-Adjunto), José Leitão de Barros (Secretário-Geral) e Cottinelli Telmo (Arquitecto-Chefe), que incluía pavilhões temáticos relacionados com a história de Portugal, suas actividades económicas, cultura, regiões e territórios ultramarinos. Incluía ainda um pavilhão do Brasil, único país estrangeiro convidado. O evento levou a uma completa renovação urbana da zona ocidental de Lisboa. A sua praça central deu origem à Praça do Império, uma das maiores da Europa. A maioria das edificações da exposição foi demolida ao seu término, restando apenas algumas como o actual Museu de Arte Popular e o Monumento aos Descobrimentos (reconstrução com base no original de madeira). A exposição levou também à construção de outras infraestruturas de apoio, como o Aeroporto da Portela. Situada entre a margem direita do rio Tejo e o Mosteiro dos Jerónimos, ocupava cerca de 560 mil metros quadrados. Centrada no grande quadrilátero da Praça do Império, esta era definida lateralmente por dois grandes pavilhões, longitudinais e perpendiculares ao Mosteiro: o Pavilhão de Honra e de Lisboa (de Luís Cristino da Silva), e do outro lado, o Pavilhão dos Portugueses no Mundo (do próprio Cottinelli Telmo). Perto do rio, atravessando-se a linha férrea através de uma passarela monumental de colossais cruzados (a Porta da Fundação), encontrava-se a Secção Histórica, (Pavilhão da Formação e Conquista, Pav. da Independência, Pav. dos Descobrimentos e a Esfera dos Descobrimentos). Do outro lado, situava-se o Pav. da Fundação, o Pav. do Brasil – país convidado para tal efeito, e o Pav. da Colonização. Atravessando o Bairro Comercial e Industrial, chega-se perto dos Jerónimos, à entrada da Secção Colonial. No canto precisamente oposto, um Parque de Atracções fazia a delícia dos mais novos. Descendo em direcção ao rio, e para além do Pav. dos Portugueses no Mundo, a Secção de Etnografia Metropolitana, com o seu Centro Regional, contendo representações das Aldeias Portuguesas e os Pavilhões da Vida Popular. Por trás deste último pavilhão, encontrava-se o Jardim dos Poetas e o Parque Infantil. À frente do Tejo, com as suas docas, um Espelho de Água com um restaurante abria o caminho para o Padrão dos Descobrimentos e para a Nau Portugal. De todas estas obras, algumas se destacaram e perduram na memória da actualidade. O Pavilhão da Honra e de Lisboa recebeu as melhores opiniões da crítica. Com 150 metros de comprimento por 19 de altura, e com a sua torre de 50 metros, este pavilhão demonstrava perfeitamente o ideal arquitectónico que o Estado Novo tentava impor, tal como os outros regimes totalitários impunham na Europa. Do Pavilhão dos Portugueses no Mundo, com um risco “simples”, destacava-se sobretudo a possante estátua da Soberania, esculpida por Leopoldo de Almeida – a imagem de uma severa mulher couraçada, segurando a esfera armilar e apoiada num litor legendado com as partes do Mundo, em caracteres góticos. O Padrão dos Descobrimentos, vindo dos esforços de Cottinelli e de Leopoldo de Almeida, mostrava a verdadeira importância dos descobrimentos na História portuguesa. Constituído por diversas figuras históricas, o Infante D. Henrique destacava-se na sua proa, como timoneiro de todo o projecto expansionista português. De facto, o padrão original, construído em estafe sobre um esqueleto de madeira, teve um triste fim – que abordaremos mais adiante. É de notar que a figura ficou tão presente no imaginário nacional, que o monumento foi re construído em 1965, mas desta vez em pedra, e ainda hoje se mantém nas margens do Tejo. A Nau Portugal mostrou também ser uma magnífica reconstituição do passado. Um facto curioso é que apelidada de “nau”, esta embarcação era na realidade a réplica de um galeão da carreira da Índia do século XVII. Construída nos estaleiros de Aveiro, saiu a primeira vez com destino a Lisboa em Julho – sendo a sua inauguração solene a 8 de Setembro. No entanto, e por mau manuseamento da mesma, esta rapidamente se afundou minutos após a partida – tombou para o lado. Voltando atrás, com grandes esforços para se repor de pé a nau, acabou por ser pilotada até Lisboa por marinheiros ingleses, sob a direcção do comandante Spencer. Encerrada a 2 de Dezembro, a Exposição recebeu cerca de três milhões de visitantes, constituindo o mais importante facto cultural do regime – regime este que sofreria a sua primeira crise política passados quatro anos, com o fim da Segunda Guerra Mundial e com a derrota dos regimes de Hitler e de Mussolini.

da Fundação e da Restauração de Portugal. Sociedade Nacional de Tipografia. Lisboa.Encadernação editorial cartonada. Profusamente ilustrado com fotogravuras. Impresso a cores sobre papel da Companhia do Prado. Colaboraram na obra J. M. Queiroz Velloso, Moses Amzalak, Albino Forjaz Sampaio, Eduardo Brazão, Luiz Vieira de Castro, Marcello Caetano e outros autores. Contém fotogravuras (panoramicas e interiores) da Exposição do Mundo Português.

Junto com: A EXPANSÃO PORTUGUESA NO MUNDO. Suplemento de “O Século” dedicado ao Império Colonial Português e às comemorações, nas Províncias Ultramarinas, dos Centenários da Fundação e da Restauração de Portugal. [Por] Manuel Múrias, Director do Arquivo Histórico Colonial [e outros]. Lisboa. Junho. MCMXL [1940]. Encadernação editorial cartonada. Profusamente ilustrado e com mapas no texto.





Fabricante/Maker:   Século
Dimensões/Dimensions: 420 x 300 x 30 mm
Idade/Age: 1940

Capa: Dura - Lombada com algum desgaste 
Nº de Páginas: 384
Edição: 1ª
Preço/Price:Sob consulta ...
 1140 - 1640 - 1940

Suplemento dedicado ao Império Colonial Português e as comemorçõe, nas Provincia Ultramarina, dos Centenários da Fundação e da Restauração de Portugal

Vários

Capa de Emérico Nunes







Fabricante/Maker:   Século
Dimensões/Dimensions: 420 x 300 x 10 mm
Idade/Age: 1940

Capa: Dura - Bom Estado 
Nº de Páginas: 84
Edição: 1ª
Preço/Price:Sob consulta ...

Caixa Pintada a Mão em Laca


 Muito Bonita e antiga
( a fotografia não enobrece a lindíssima pintura..)





Dimensões/Dimensions: 85 x 57 x 30 mm
Preço/Price: Sob Consulta ...

segunda-feira, 28 de julho de 2014

SEGREDOS E VIRTUDES DAS PLANTAS MEDICINAIS

Uma edição de Selecções do Reader's Digest.
1983, Selecções do Reader's Digest, SARL.
Exemplar em excelente estado de conservação.
Belíssima edição profusamente ilustrada a cores; encadernação editorial.
A publicação mais completa sobre o tema.
DESCRIÇÃO
Com muitas reproduções a cores de plantas com ficha técnica e locais do seu habitat. Guia das plantas a conhecer e seus benefícios.



domingo, 20 de julho de 2014

TRATADO DE BOTÂNICA de EDUARDO STRASBURGER


Há 115 anos, a força do Tratado de Botânica de Strasburger baseia-se na distribuição harmoniosa de todas as subáreas da Botânica. 

( Língua espanhola )

1 Mapa Desdobrável 










Origem/Origin : Manuel Marin 
Dimensões/Dimensions: 245 mm x 190 mm x 45 mm
Idade/Age: 1943
Capa e Miolo: Bom Estado
Nº de Páginas: 742   

Edição: 3ª
Preço/Price: Sob Consulta ...