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sábado, 31 de outubro de 2015

O NAUFRAGIO DE CAMÕES E DOS LUSIADAS


JORDÃO DE FREITAS


Curioso trabalho que dá conta da polémica entre Jordão de Freitas e Teófilo Braga sobre o local do naufrágio de Camões.
“(...) parece mostrar ainda, por parte do snr. Dr. Theophilo Braga, o seu apêgo á velha e lendária versão de que Camões naufragou no rio Mecom, ou na sua embocadura. Graças, porém, ao documento de Leonel de Sousa por mim trazido agora à luz da publicidade, creio que — se se derem ao, aliás penoso e fatigante, trabalho de ler estas páginas de prosa semsaborona e fastidienta — outro será de aqui para o futuro o sentir e a convicção do illustre professor e dos que pensam como s. ex.cia. (...)” (pág. 47 da obra)
A edição total deste interessante trabalho constou apenas de 324 exemplares numerados e assinados.
Exemplar numerado. N.º 91.






Fabricante/Maker: Typographia Castro Irmão  
Dimensões/Dimensions: 280 mm x 205 mm x 5 mm
Idade/Age: 1915

Encadernação:  Razovel Estado com sinais de manuseamento. 
Nº de Páginas:  50

Edição: 1ª  

Preço/Price: Sob consulta..

A Maçonaria em Portugal


o sub-solo da revolução. Cartas da Belgica – 1.ª Serie

Publicação anti-maçónica. Obra publicada sob pseudónimo e atribuída a José Ernesto Marques Donato(1871-?), antigo conservador da Biblioteca da Universidade de Coimbra, ou ao Conselheiro José Fernando de Sousa (1855-1942), engenheiro, jornalista, escritor, político e militar, que também utilizava o pseudónimo jornalístico «Nemo». Esta 1ª série das «Cartas da Bélgica» foi tudo quanto se publicou.
“Vão correr mundo, reunidas em volume, as Cartas de Belgica, que constituiram a primeira serie e foram bem acolhidas pelo publico, quando vieram a lume na imprensa periódica.
Valem apenas pelos factos que revelaram, mercê de um feliz acaso, que me proporcionou o exame de authenticos documentos maçonicos, clandestinamente impressos e subtrahidos, na sua distribuição, ás vistas domundo profano.
Apesar das naturaes reservas de tão malfazeja associação, que não submete aos azares da impressão os seus segredos mais tenebrosos, encontrei n’elles o bastante para desmascarar, em toda a sua hediondez, o sectarismo, a maldade e a hypocrisia d’esse corrilho. Dou por bem empregadas as horas d’exilio que a essa tarefa improba, mas necessaria, consagrei. Abriram-se os olhos de muitos que sorriam compassivamente da caturrice dos accusadores da Maçonaria.
As publicações jornalísticas exercem uma acção no momento e por isso efémera e fugaz. Excellente arma de combate, embora não dispensem o livro.”
(excerto da advertência)
Matérias abordadas:
- A Maçonaria é a grande corruptora dos povos. – O seu cerimonial é repugnante de baixezas. – A maçonaria é autocrata e descricionaria. – O regímen inquisitorial maçonico. – A Maçonaria é o estrangeirismo em Portugal. – Intolerancia e ferocidade maçonicas. – A maçonaria é antes de tudo anti-catholica. – Covil para satisfazer ambições. – O segredo das lojas e a alçada do Codigo Penal. – Bajoujices e patacoadas maçonicas. – A chuchadeira das fitas, trolha e aventaes. – Caçada aos tolos e armadilha aos parvos. – Antro politico de perturbação social. – Agencia tenebrosa de espionagem. – Galopinagem e bachanaes maçonicas. – A grande corruptora da escola e da familia.
“Ahi teem os leitores a livre crapula, associada ao livre pensadeirismo, que tem na seita o seu baluarte.”
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.

 Julgamos que se trata do pseudónimo de José Ernesto Marques Donato (segundo o Anuário Artístico e Literário de Portugal para 1948, Agência UPI – União Portuguesa de Imprensa, Limitada, Lisboa, 1947), jornalista nascido em Coimbra em 1871. Ainda segundo a mesma fonte foi director dos periódicos Defensor do Povo Jornal de Coimbra. A vertente obra, de denúncia da responsabilidade dos maçons pelo estado calamitoso em que se encontrava à época o país, apresenta-se como um relatório detalhado e documentado sobre toda a informação disponível, nomes dos protagonistas, rituais e seus métodos de actuação pública.
Uma passagem do texto de abertura, onde o autor reconhece, pela negativa, alguns dos factos transformadores da sociedade portuguesa:
«[...] Houve em Portugal a partir de 1898 um renascimento da acção maçonica, que o relatorio do ir[mão] Feio Terenas, miudamente analysado por Nemo, na Doutrina Maçonica, denunciou. Era manifesta a republicanisação das lojas.
Conspirou-se n’ellas com actividade. D’ellas sahiram os organisadores da Carbonaria, o estado maior das choças. Perpetrou-se o regicidio, derribou-se a monarchia, e proclamou-se a republica destinada a resolver o plano maçonico da deschristianisação do paiz. [...]»


Fabricante/Maker: Argus  
Dimensões/Dimensions: 195 mm x 135 mm x 10 mm
Idade/Age: 1910

Encadernação:  Razovel Estado. 
Nº de Páginas: 126 

Edição: 1ª  ( Vol. I e Único Editado )

Preço/Price: Sob consulta..

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Colecção de 14 bilhetes-postais, na ocasião do VI aniversário do município da Amadora e do 50º aniversário da morte de Roque Gameiro.


Completo





Preço/Price: Sob consulta..

Máquina de Costura Elna Junior


Swiss Vintage fez a máquina de costura branca dos anos 60 - Elna
Junior, perfeita miniatura da Elna Supermatic .
É mais do que um brinquedo , pois é muito bem construído , mas não é
uma máquina de costura profissional.

Esta máquina é considerada rara por causa do pequeno número de produção.

Caixa de Metal Original Vermelha.
Faltam algumas peças.

( 23 cm x 20 cm x 12 cm) Caixa de Metal

Um presente perfeito para os amantes de costura e colecionadores ..




Preço/Price: Sob consulta..

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Jarra Comemorativa do Duplo Centenário - Electro-Cerâmica do Cadal

Jarra Comemorativa do Duplo Centenário - Electro Cerâmica, Vila Nova de Gaia


Jarra de porcelana moldada e relevada, estruturalmente modernista, de forma paralelipipédica com ângulos arredondados. Fundo creme, com estrias laterais realçadas a ouro, apresentando, na frente, escudo de Portugal, a ouro, sobre fundo branco, debruado com filete a ouro, e no verso, sobre fundo branco debruado com duplo filete a ouro, cartela com as datas de 1140 e 1940. Trata-se de uma peça de estética fascista alusiva à Exposição do Mundo Português de 1940, que celebrou o duplo centenário da Independência e da Restauração (1140-1640). Na base carimbo quadrangular: EC - Empreza Electro Cerâmica – Marcado na pasta com J. 100 e EC inscrito em quadrado.
Data: 1940
Dimensões: alt. 14 cm x comp. 12 cm x larg. 7,5 cm
(Tem um cabelo na traseira )







Preço/Price: Sob consulta..

Dona Flor e Seus Dois Maridos

Jorge Amado

1ª Edição

Com lindissimas ilustrações de Floriano Teixeira 





Fabricante/Maker: Martins  
Dimensões/Dimensions: 215 mm x 140 mm x 45 mm
Idade/Age: 1966

Encadernação:  Razovel Estado com sinais de manuseamento. 
Nº de Páginas: 535 

Edição: 1ª  

Preço/Price: Sob consulta..

Jornal a Capital - 25 de Abril de 1974


Em muito bom estado
Completo

N.º 2213
25 Abr. 1974






Preço/Price: Sob consulta..